Como escolher o melhor sal de cozinha

17/09/2015 11:06:24
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Em alimentação funcional, sempre que possível, o consumidor deve utilizar o tipo rosa do Himalaia

Foi-se o tempo em que bastava escolher a marca do sal de cozinha. A “gourmetização” do produto é um fato e há diversos tipos à venda no mercado: rosa, negro, light, havaiano, etc. A variedade, claro, tem seu preço (salgado!), e o quilo pode custar até R$ 306. Esse é o caso da flor de sal: o pacote com apenas 125g custa R$ 38,00 em média.

Apesar de ser considerado um vilão para a saúde, pela alta concentração de sódio — que aumenta o risco de doenças cardiovasculares —, o sal pode e deve ser usado na culinária, mas com moderação, como alerta a nutricionista Karen Levy Delmaschio:

— O problema é que as pessoas usam o sal para dar gosto à comida, quando o certo seria apenas um toque para acentuá-lo. As especiarias, o alho e a cebola, sim, servem para deixar os pratos mais saborosos.

A nutricionista ensina a diminuir o consumo de sal, misturando o tipo de sua preferência a temperos (confira a receita ao lado).

— Os brasileiros consomem mais do que o dobro recomendado de sal por dia. Os alimentos industrializados são um perigo, porque o sódio é um conservante. Por isso, troque esses produtos pelos “in natura”, como frutas, verduras e legumes.

Segundo a especialista em alimentação funcional, sempre que possível, o consumidor deve utilizar o tipo rosa do Himalaia:

— O sal deve ser usado sempre com parcimônia. Então, mesmo os mais diferentes não ficam tão caros, porque duram bastante.

O uso dos tipos de sais na culinária depende da imaginação. A flor de sal costuma ser utilizada em saladas; o do Havaí combina com assados; e o negro, com carnes, aves e peixes. Além desses usos, o sal marinho serve para acentuar o gosto de legumes e verduras.


Fonte: http://extra.globo.com/

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