Friburgo tem carreata a favor de empresário de Investimento Bitcoin preso pela PF

03/09/2021 09:08:36
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Trio elétrico puxou a carreata nas ruas de Friburgo

JUSTIÇA NEGA PEDIDO DE LIBERDADE AO CEO DA G.A.S CONSULTORIA –

Uma carreata pacífica percorreu as ruas de Nova Friburgo, de norte a sul, na noite desta quinta-feira, 2/9, pedindo a liberdade do dono da empresa G.A.S Consultoria, Glaidson Acácio dos Santos. Apoiadores e investidores exibiram faixas de apoio e fizeram um buzinaço. Um trio elétrico também participou do protesto. Viaturas da Polícia Militar e da Guarda Municipal acompanharam a manifestação e não houve registro de incidentes.


O empresário do ramo de criptomoedas estabelecido em Cabo Frio, foi preso no dia 25/8, no Rio, durante uma operação da Polícia Federal.


Na operação “Kryptos”, agentes da PF encontraram barras de ouro, carros de luxo e cerca de R$14 milhões em espécie na casa do empresário. Os agentes também apreenderam 591 bitcoins, o equivalente a R$ 147,7 milhões.

O dono da empresa G.A.S Consultoria, Glaidson Acácio dos Santos


CASO G.A.S. – A Justiça Federal do Rio negou, também nesta quinta-feira, o pedido defesa da G.A.S Consultoria para soltar Glaidson Acácio dos Santos, dono da empresa.


O desembargador André Fontes negou a liminar pedida em habeas corpus, mas o mérito do pedido ainda será julgado pela 2ª Turma Especializada do TRF-2. No último dia 27, a Justiça manteve a prisão preventiva de Glaidson, em uma audiência de custódia.


De acordo com as investigações, a empresa, que atua no mercado de criptomoedas, é responsável por um esquema de pirâmide, que prometia um “insustentável retorno financeiro sobre o valor investido”, deixando investidores no prejuízo.


A advogada Débora Lafosse, lamentou a decisão do desembargador e informou, em nota, que o corpo jurídico da empresa vai ingressar com recursos cabíveis, em instâncias superiores, “o quanto antes, por entender que a prisão é desnecessária e injustificável.”


A defesa disse ainda que “tem a certeza de que a verdade e a justiça sempre prevalecerão e não medirá esforços para que o CEO da empresa consiga recuperar seu direito à liberdade”.

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